
“Pois onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração” (Lucas 12. 34)
Para os judeus antigos, os rins eram a sede dos sentimentos e não o coração. Essa conotação romantizada que damos hoje ao coração veio muito tempo depois da bíblia ter sido escrita. Mais do que qualquer outro termo do Antigo Testamento, a palavra coração significa o homem no mais profundo centro de sua existência, e como ele é no mais profundo do seu ser. Herman Dooyeweerd, o filósofo holandês, entendeu o coração na Escritura como sendo “a raiz religiosa da existência total do homem”. A filosofia que ele desenvolveu enfatiza que o coração é o centro e a fonte de toda a atividade religiosa, filosófica e moral do homem. Ray Anderson chama o coração de “o centro do eu subjetivo”. Ele é “a unidade do corpo e da alma na verdadeira ordem deles — ele é a pessoa”.
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